ADVERTORIAL
Depois de três anos me sentindo a pior mãe do mundo por cada birra que meu filho fazia, uma neurocientista infantil me disse uma frase que me fez chorar… MAS de alívio, porque a culpa não era minha (nem do meu filho).

Por Caroline Mendes Mãe de 2 — São Paulo — 15/07/2026
Deixa eu te contar uma coisa que nenhum especialista de Instagram me ensinou sobre a maternidade.
Ano passado, meu filho completou três anos de escola.
E foi aí que eu percebi que, em todas as férias escolares, eu repetia o mesmo ciclo:
Eu prometia pra mim mesma que ia aproveitar mais meu filho…
Brincar, passear e fazer um monte de coisa com ele…
Mas era só as férias começarem…
Que eu rezava para elas acabarem logo.
O motivo?
Ele explodia por qualquer “não”.
Cada hora de almoço era uma verdadeira batalha — mesmo quando eu preparava exatamente o que ele tinha pedido.
E parecia que nada, absolutamente nada nesse mundo, fazia aquele menino ficar quieto.
Com uma exceção: o celular.
E eu dava o celular, pode me julgar.
Afinal, eu tenho uma filha menor que também precisava de mim.
Então eu entregava a tela pro meu filho… mas também eu passava o resto do dia me sentindo a pior mãe do mundo.
Nunca foi preguiça para educar.
O pior é que eu tentei. Tentei de verdade.
Eu fiz tudo que os “especialistas de Instagram” mandam fazer.
Validei as emoções.
Nomeei os sentimentos.
Abaixei na altura dele.
Ofereci escolhas em vez de dar ordens.
E mesmo assim… não funcionou.
Na verdade, o comportamento do meu filho só piorou.
Meu filho ficou mais agressivo, mais impaciente, mais impulsivo.
Você precisava ver o trabalho que era botar aquela criança pra dormir.
E na hora de tirar o celular da mão dele? Surtava como se estivesse apanhando. Jesus.
Eu tava fazendo tudo que mandavam fazer — e mesmo assim, no fundo, eu tinha certeza de que estava estragando o meu filho.
Mas o pior de tudo era a culpa.
“Por que os filhos da fulana se comportam melhor que o meu? Será que tem alguma coisa errada com ele? Será que tem alguma coisa errada comigo?”
Era isso que martelava na minha cabeça, todo santo dia.
Mas, foi bem nessa época que minha vida virou do avesso.
Depois de meses tentando, eu finalmente consegui o contato da neurocientista Michelle Bottrel.
Pra você entender quem ela é: são mais de 13 anos de experiência em educação infantil. E ela é praticamente inacessível.
Nenhuma mãe, nenhum pai consegue falar com ela.
Ela nem faz mais atendimento — hoje tem um instituto que forma psicólogos, educadores parentais e especialistas Brasil afora.
Mas eu consegui falar com ela.
E a frase que ela me disse me fez chorar…
MAS De alívio.
“O problema não é o seu filho, Carol. E muito menos você.
A verdade é que existe uma condição universal acontecendo com as nossas crianças hoje.
Eu chamo de fome oculta.
É a falta dos nutrientes que o cérebro da criança precisa pra se acalmar, focar e colaborar — nutrientes que estão cada vez mais escassos na alimentação de hoje em dia.
Sem eles, qualquer criança normal fica irreconhecível. E o excesso de tela só piora, porque a tela gasta esses nutrientes ainda mais rápido.”
Quando ela me mandou esse áudio, eu perguntei na hora:
“Mas isso acontece mesmo com criança que come bem?”
E ela respondeu:
“Com certeza.
Os alimentos de hoje têm tanto agrotóxico que o valor nutritivo despenca.
Ou seja: mesmo que o seu filho coma arroz com feijão todo dia, o cérebro dele ainda pode estar em déficit.”
Agora, eu sou aquele tipo de mãe que pesquisa tudo que especialista fala na internet.
Então fui atrás… e pasmem:
Um estudo publicado na revista suíça Foods mostrou que os alimentos que a gente come hoje perderam 60% dos nutrientes nos últimos 50 anos.
Traduzindo: uma banana dos anos 70 tem o mesmo tanto de nutriente que três ou quatro bananas de 2026.
Eu confesso que me acabei de chorar depois de confirmar tudo que a Michelle tinha me falado.
Não porque ela me mostrou o problema.
Mas porque, pela primeira vez, alguém me disse em alto e bom som que a culpa não era minha
Depois de me explicar o problema…
A Michelle me mostrou o que acontece quando a fome oculta é ignorada.
Antes de se aposentar como psicóloga, ela passou mais de 13 anos atendendo crianças das mais tranquilas até as mais desafiadoras.
E, durante todos esses anos, ela viu o mesmo padrão se repetir.
As mães eram amorosas, presentes e preocupadas.
Mães que estudavam educação parental, controlavam o próprio tom de voz e faziam um esforço enorme para não perder a paciência.
Mesmo assim, os filhos continuavam explodindo, gritando, batendo e resistindo a qualquer limite.
E foi justamente isso que chamou a atenção dela.
Se tantas mães estavam tentando fazer tudo certo…
Por que o comportamento das crianças continuava piorando?
Porque todas essas mães estavam tentando corrigir o comportamento…
SEM corrigir o que estava faltando no cérebro da criança.
Isso faz com que seu filho cresça achando que é “difícil” e “problemático”…
E o torna uma criança cada vez mais impulsiva, agressiva e incapaz de entender limites.
A parte mais cruel?
A criança QUER se comportar.
Ela QUER te obedecer.
Ela QUER conseguir ficar
quieta.
Mas o cérebro dela simplesmente não deixa.
E não tem quadrinho de recompensa, cantinho do pensamento nem “eu entendo que você está frustrado” que resolva…
Porque nada disso repõe o que o cérebro do seu filho está precisando.
Não se resolve com conversa…
Se resolve preenchendo esse déficit de nutrientes.
Foi por causa disso que Michelle começou a mudar a forma como orientava as famílias.
Ela percebeu que não adiantava entregar mais uma técnica de educação parental…
Se o cérebro da criança ainda não tinha a base necessária para controlar os impulsos, lidar com as frustrações e se acalmar.
Por isso, além das orientações comportamentais, ela passou a recomendar que os pais também cuidassem da parte nutricional da criança.
NÃO com remédios…
NEM com substâncias que deixassem a criança “dopada”…
Mas com uma combinação de nutrientes que ajudava na calma e na colaboração.
O nome do primeiro nutriente capaz de deixar meu filho mais calmo é O MAGNÉSIO.
Uma pesquisa publicada na revista científica Magnesium Research acompanhou crianças hiperativas e agressivas durante 6 meses de suplementação com magnésio.
O resultado?
Redução significativa da hiperatividade e da agressividade — sem medicação, sem terapia adicional, sem mudar nada na rotina dos pais.
As evidências não param por aí.
Um segundo estudo, publicado no Journal of Nutrition, acompanhou mais de 600 crianças e adolescentes ao longo de três anos e chegou a uma conclusão semelhante:
Mas havia um detalhe importante:
O magnésio era apenas uma parte da solução.
“É como as rodas de um carro”, explicou a Michelle.
“Ele não consegue andar com apenas uma delas.”
Da mesma forma, o cérebro do meu filho não dependia só do magnésio.
Existiam outros três nutrientes importantes para regular o comportamento dele:
Ou seja…
O cérebro do meu filho precisava dos 4 nutrientes juntos, nas dosagens corretas.
Agora…
Comprar magnésio de um lado, vitaminas do complexo B de outro, acertar a dosagem de cada um e ainda convencer uma criança a tomar tudo todos os dias…
Parece impossível, né?
Foi por isso que Michelle decidiu ir além.
Enquanto atuava como psicóloga, ela chegou a ser notificada pelo Conselho de Psicologia de que não poderia divulgar publicamente os nomes dos nutrientes na internet.
Mas, depois que se aposentou e encerrou sua carreira com sucesso, nada a impedia de levar essa fórmula para mais famílias:
Em vez de apenas ensinar quais nutrientes os pais deveriam comprar separadamente…
Michelle se uniu à Âme Vie para desenvolver sua própria fórmula infantil.
Assim nasceu o Bem Kids:
O único suplemento infantil composto pela “Fórmula da Calma” — uma combinação de quatro nutrientes que ajuda seu filho a ficar mais calmo, paciente e colaborativo.
E se combater a fome oculta do cérebro do seu filho fosse tão simples quanto colocar duas gominhas de maracujá no prato dele todas as manhãs?
Foi exatamente o que eu fiz aqui em casa.
Comecei a dar o Bem Kids para o meu filho todos os dias…
E as férias escolares de 2026 foram completamente diferentes de todas as anteriores!
Fomos ao cinema assistir Toy Story, e ele ficou sentado durante o filme inteiro sem reclamar.
No parque de diversões, meu filho conseguiu esperar nas filas sem explodir.
Quando eu dizia “não”, ele aceitava muito melhor.
As refeições deixaram de ser uma batalha.
Ele começou a brincar por mais tempo sem pedir o celular.
Ficou mais paciente com a irmã.
E até a hora de dormir ficou mais tranquila.
Foi a primeira vez que eu não fiquei contando os dias para as férias acabarem!
O Bem Kids não é só mais um suplemento infantil.
Ele foi desenvolvido para reunir, em uma única fórmula…
Os quatro nutrientes que ajudam na regulação emocional das crianças:
✓ MAGNÉSIO: ajuda a criança a ficar mais calma e paciente.
✓ VITAMINA B5: ajuda a lidar melhor com as frustrações.
✓ VITAMINA B6: ajuda no controle dos impulsos.
✓ VITAMINA B12: ajuda a manter o humor mais estável ao longo do dia.
O Bem Kids é…
✓ FÁCIL DE INCLUIR NA ROTINA:
Basta dar 2 gominhas pro seu filho todos os dias durante o café da manhã.
✓ PARECE DOCE, MAS NÃO TEM AÇÚCAR:
As gominhas têm sabor de maracujá, mas são livres de açúcar e glúten.
✓ APROVADO PELA ANVISA:
Não é remédio. É um suporte nutricional desenvolvido para crianças acima de 4 anos.
Foram 8 meses de desenvolvimento até a Anvisa autorizar a comercialização do Bem Kids.
Na primeira fase, Michelle compartilhou o Bem Kids com seguidoras e ex-pacientes.
Os resultados não poderiam ter sido melhores:
Na segunda fase, o Bem Kids foi liberado ao público geral — e o que aconteceu superou qualquer expectativa.
Depois de acompanhar vários relatos no Instagram de outras mães, e até em grupos de WhatsApp da escola, Fernanda Ribeiro, mãe do Miguel de 6 anos, resolveu testar o Bem Kids
Fernanda optou pelo kit de 90 dias, porque queria dar uma chance real de mudança para o filho. Ela contou como foi a experiência:
Primeiros dias:
“O kit chegou em menos de uma semana. Já nos primeiros dias, eu percebi que o Miguel estava dormindo melhor e acordava com menos mau humor. Achei cedo demais para ser efeito, mas fiquei animada.”
Após 15 dias:
“Com duas semanas, comecei a notar que as explosões diminuíram. Antes, ele gritava e chorava se eu dizia ‘não’. Agora, mesmo contrariado, ele respirava fundo e aceitava mais rápido. Foi a primeira vez que vi uma diferença real.”
Após 30 dias:
“Um mês depois, até a professora me chamou para comentar. Disse que ele estava participando das atividades sem interromper os colegas e que parecia mais concentrado. Fiquei emocionada porque, pela primeira vez, recebi elogios em vez de reclamações da escola.”
Após 60 dias:
“Dois meses depois, As birras em casa praticamente sumiram, ele começou a brincar com o irmão sem brigar e até ajudava a guardar os brinquedos. Até meu marido comentou: ‘é outro Miguel!’”
Observação final:
“Hoje, com 90 dias de uso, eu sinto que o Bem Kids foi um verdadeiro divisor de águas aqui em casa. O Miguel está mais calmo, focado e até nossas noites em família mudaram. Já garanti mais um kit porque não quero ficar sem. Recomendo para todas as mamães da minha família.”
Após a publicação desta matéria, dezenas de leitoras enviaram perguntas à redação. Entramos em contato com Michelle Bottrel para que ela respondesse as principais.
Sobre segurança:
“Pode ficar tranquila”, diz Michelle. “O Bem Kids é registrado na Anvisa como suplemento alimentar infantil. É livre de açúcar, glúten, corantes e conservantes artificiais. Meus filhos tomam todos os dias.”
O produto é indicado para crianças a partir de 4 anos.
Sobre resultados:
Segundo Michelle, o tempo varia de criança para criança — e depende da consistência.
“A maioria das mães começa a notar diferença entre 15 e 20 dias. Mas os resultados mais fortes — aqueles em que a professora elogia, em que as birras praticamente somem — costumam aparecer com cerca de 3 meses de uso contínuo.”
Sobre a garantia:
Esta foi, de longe, a pergunta mais frequente: “E se não funcionar com o meu filho?”
A resposta surpreendeu a redação.
A Âme Vie, empresa responsável pela distribuição do Bem Kids, oferece uma garantia incondicional de 30 dias. Se a mãe não perceber melhora no comportamento do filho, basta enviar um e-mail para iniciar o processo de reembolso e 100% do valor será devolvido.
“Eu faço questão dessa garantia”, explica Michelle. “Porque eu sei que funciona. E quero que toda mãe tenha a chance de comprovar isso sem risco nenhum.”
Após a publicação desta reportagem, a Âme Vie decidiu oferecer uma condição exclusiva para que mais mães possam testar o Bem Kids: desconto promocional em todos os kits.
A redação entrou em contato diretamente com a marca e conseguiu estender essa oferta até 12 de Maio de 2025.
Somente hoje, em vez do valor padrão de R$ 597, as leitoras recebem 33% de desconto na suplementação completa de 90 dias do Bem Kids.
De R$ 597 por apenas 12x de R$ 42,97 — ou R$ 397 à vista.
Entrega em até 7 dias para todo o Brasil.
⚠️ IMPORTANTE: Durante os testes clínicos, foi comprovado que o uso diário do Bem Kids por pelo menos 3 meses é essencial para obter os melhores resultados no comportamento infantil.
AVISO LEGAL
O produto Bem Kids, comercializado pela Âme Vie, é um suplemento alimentar, ou seja, não é medicamento e, não se destina a diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença.
Os resultados podem variar de pessoa para pessoa, e os depoimentos apresentados são reais. Esta informação não constitui aconselhamento médico. Consulte um profissional de saúde antes de alterar a rotina alimentar do seu filho.
Produto dispensado de registro conforme RDC 240/2018. Âme Vie não apoia a automedicação. ©2026 Âme Vie
REFERÊNCIAS CIENTÍFICAS:
[1] Nutritional supplementation to reduce child aggression [2] Micronutrients for Attention-Deficit/Hyperactivity Disorder in Youths [3] The effect of vitamin-mineral supplementation on juvenile delinquency among American schoolchildren
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