CRIAÇÃO DE FILHOS

Neurocientista Infantil Recomenda “Doce” Que Acalma As Birras e Desperta Fome Por Comida de Verdade Em Crianças de 4 a 14 anos.

Dar doce causa agitação. Tirar o doce causa crises de birra e recusa de alimentos saudáveis. Após 13 anos estudando o cérebro infantil, a neurocientista Michelle Bottrel revelou a única saída para esse dilema.

Por Beatriz Vianna — São Paulo

06/02/2026 16h15 • Atualizado há 3 horas

Ninguém fala sobre a mãe que sabe que o açúcar está fazendo mal, mas não consegue tirar porque o filho simplesmente para de comer?

 

E as birras, gritos e explosões de raiva que ocorrem por conta da abstinência de açúcar?

 

O que os especialistas dizem que as mães devem fazer: dar o doce ou deixar a criança sem comer para não fazer mal?

 

É um dilema cruel, mas é o que acontece na vida real.

 

Fato é que a maioria das mães não suporta a ideia de ver a criança sem comer.

 

Portanto, para elas, é preferível que o filho coma, ainda que seja algo não saudável.

 

O problema é que após 10 minutos de alívio, vem a culpa.

 

Culpa com o peso da criança. 

 

Com o colesterol. 

 

Com a glicose. 

 

E com o comportamento — que, com açúcar ou sem açúcar, parece ir de mal a pior.

 

Porém, a neurocientista infantil Michelle Bottrel encontrou uma saída para esse dilema — há 13 anos.

Quando ela passou a recomendar aos pais um “doce” que, ao invés de deixar a criança mais agressiva e viciada…

 

Deixava-a mais calma e colaborativa, e de quebra, aumentava o apetite por alimentos considerados saudáveis.

 

Esse “doce” não tinha sequer 1 grama de açúcar, mas era tão saboroso que as crianças pediam para tomar todos os dias.

 

Enquanto o paladar se deliciava com o sabor, o organismo recebia nutrientes relaxantes no lugar do açúcar.

 

Durante 13 anos, Michelle trabalhou como psicóloga recomendando esse “doce” aos seus pacientes mais agressivos.

 

Semanas depois, os pais voltavam ao consultório dizendo que parecia outra criança.

 

Porém, como o Conselho de Psicologia sempre foi rigoroso com esse tipo de recomendação alternativa fora do consultório…

 

…ela nunca pôde compartilhar a “receita” do doce nas redes sociais — até agora.

 

Porque após se mudar para o Canadá, Michelle Bottrel se aposentou dos consultórios de psicologia.

 

E se tornou neurocientista especializada em comportamento infantil certificada por uma instituição canadense.

 

E agora, pela primeira vez, ela pode compartilhar publicamente a receita do “doce” que deixa as crianças mais calmas, pacientes e boas de garfo — sem 1 grama de açúcar.

Por que o açúcar está por trás das birras do seu filho?

Nunca houve na história um período em que as crianças consumissem tanto açúcar.

 

Coca-cola no almoço. Biscoito recheado no lanche. Chocolate depois da janta. Suco de caixa na escola. Bala na casa da avó.

 

A criança recebe uma carga excessiva de açúcar diariamente que, querendo ou não, vai impactar no comportamento dela.

 

Do lado de dentro, o açúcar provoca um pico de glicose no sangue.

 

Esse pico dispara uma descarga de dopamina — o hormônio do prazer — que faz a criança se sentir bem por alguns minutos.

 

Mas o que vem rápido, vai rápido.

 

Quando os níveis de glicose despencam, o cérebro dispara o cortisol — o hormônio do estresse.

 

E é nessa hora que a “malcriação” começa.

O choro que vem do nada.

 

O grito porque você disse “não.”

 

A impaciência na hora de fazer o dever de casa.

 

A briga com o irmão por qualquer motivo.

 

A teimosia na hora de dormir.

 

A criança não está fazendo isso por maldade, é que o cérebro dela está estressado.

 

E o que as mães geralmente fazem quando isso acontece?

Elas combatem a agressividade.

 

Gritam de volta. Ameaçam. Tiram o celular. Põem de castigo.

 

Às vezes perdem a paciência de um jeito que as faz sentir remorso depois que a criança dorme.

 

Mas o que passa despercebido é o padrão que se repete dia após dia — mais birras, mais agressividade, mais impaciência.

 

E esse ciclo não para porque as mães estão combatendo o sintoma, não a causa.

 

É como tentar apagar um incêndio quando o fogo já se espalhou.

 

Não existe solução mágica para calar a birra no ato. 

 

O que existe é evitar que ela aconteça em primeiro lugar.

 

Ou seja, diminuir o gatilho para que a birra nem comece.

 

Mas enquanto a criança continuar comendo açúcar em excesso, o cortisol não vai parar de disparar. 

 

E a birra não vai parar de acontecer.

 

Muitas mães tentam resolver isso tirando todos os doces de uma vez.

 

Parece lógico. Mas não funciona. Por dois motivos.

 

O primeiro: muitas crianças se acostumaram tanto com o açúcar que, se você tirar, elas simplesmente param de comer. 

 

Não aceitam arroz, não aceitam fruta, não aceitam nada. E a mãe, preocupada em ver o filho sem comer, acaba cedendo e devolvendo o doce.

 

O segundo: quando uma criança viciada em açúcar é cortada de vez, o cérebro dela entra em crise de abstinência.

 

Ela fica mais irritada, mais agressiva e mais impaciente do que antes — o oposto do que a mãe esperava ao tirar o doce.

 

É um dilema cruel.

 

Dar o doce faz mal. Tirar o doce, também.

E era exatamente esse dilema que as mães traziam para o consultório de Michelle Bottrel, semana após semana, durante 13 anos.

 

Até que ela encontrou uma alternativa.

 

Uma alternativa que deixava as crianças mais equilibradas.

 

Que não provocava crise de abstinência.

 

E que ainda aumentava o apetite por alimentos saudáveis.

 

A ideia era simples: ao invés de tirar o doce da criança, trocar por um “doce disfarçado”

 

… sem açúcar, mas tão saboroso que a criança pedia para tomar todos os dias.

 

E que, em vez de estressar o cérebro, entregava os nutrientes que acalmam.

Por fora tão gostoso quanto qualquer outro doce.

 

Por dentro, uma combinação de 4 nutrientes que juntos deixam as crianças mais calmas e boas de garfo – sem uma grama de açúcar.

 

São eles:

 

Nutriente #1: o magnésio, que acalma o sistema nervoso e impede as explosões.

 

Nutriente #2: a vitamina B6, que regula o humor e reduz a irritabilidade — inclusive em crianças com TDAH.

 

Nutriente #3: a vitamina B5, que melhora o sono e a digestão.

 

Nutriente #4: a vitamina B12, que aumenta a disposição para colaborar.

ℹ️ Segundo um estudo publicado no Journal of Nutrition, crianças que consomem vitaminas do complexo B comem cerca de 17% a 25% mais gramas de alimento por dia em comparação a crianças que não consomem.

No início, Michelle passava uma receita para os pais comprarem esses 4 nutrientes separadamente.

 

Mas acertar a dosagem de cada um, comprar de fontes diferentes e ainda convencer a criança a tomar tudo isso todos os dias era difícil demais para seus pacientes.

 

Foi por isso que Michelle fez uma parceria com uma marca brasileira de suplementos naturais para reunir os 4 nutrientes em um só.

 

E após 8 meses de desenvolvimento, 5 trocas de sabores e uma avaliação criteriosa por parte da Anvisa…

 

O Bem Kids nasceu.

Ao invés de dar doces cheios de açúcar que deixam o seu filho mais agressivo, Michelle Bottrel revela por que o Bem Kids é a escolha certa.

 

“O Bem Kids é um suplemento em gomas sabor maracujá que tem como objetivo: 

 

Promover calma, paciência e colaboração no seu filho, e de quebra aumentar o apetite.

 

É gostoso — a criança vai pedir para tomar todos os dias.

 

É seguro — aprovado no teste de estabilidade da Anvisa.

 

E é fácil de dar — 30 segundos todas as manhãs, duas gominhas no prato, e pronto.

 

E o melhor de tudo? Funciona.”

 

Na primeira fase, Michelle compartilhou o Bem Kids com seguidoras e ex-pacientes.

 

E os resultados não poderiam ter sido melhores:

 

Pais se Manifestam nas Redes:

Depois de acompanhar vários relatos no Instagram de outras mães, e até em grupos de WhatsApp da escola, Raiane, mãe do Paulo de 5 anos, resolveu testar o Bem Kids

Ela vivia o dilema que milhares de mães vivem: o filho não comia nada se não tivesse doce envolvido. 

 

Raiane optou pelo kit de 90 dias porque queria dar uma chance real ao Bem Kids. Ela contou como foi a experiência:

 

Primeiros dias:

 

“Quando chegou, eu estava com medo de ele recusar. 

 

Mas coloquei as duas gominhas no prato de manhã e ele comeu na hora — perguntou se podia repetir. 

 

Já nos primeiros dias, percebi que ele estava dormindo melhor e acordando com menos mau humor.”

Após 15 dias:

 

“Com duas semanas, as explosões diminuíram.

 

Antes, ele gritava e chorava se eu dizia ‘não’. 

 

Agora, mesmo contrariado, respirava fundo e aceitava mais rápido. E o que me surpreendeu: ele começou a aceitar outras coisas no lanche sem eu precisar insistir.”

 

Após 30 dias:

 

“Um mês depois, a professora me chamou para conversar. Mas dessa vez, foi para elogiar.

 

Disse que o Paulo estava participando das atividades sem interromper os colegas e que parecia mais concentrado. Foi a primeira vez que recebi elogios em vez de reclamações da escola.”

 

Após 60 dias:

 

“As birras em casa praticamente sumiram. Ele começou a brincar com o irmão sem brigar e até ajudava a guardar os brinquedos. Meu marido comentou: ‘parece outra criança.’ 

 

Observação final:

 

“Hoje, após 90 dias que começamos a suplementação com Bem Kids, eu posso dizer que mudou bastante coisa. 

 

Além do Paulo estar mais calmo, ele está comendo muito melhor do que antes. 

 

Eu não me sinto mais culpada de ficar dando aqueles doces que fazem mal para ele comer a comida toda. 

 

O único doce que ele come é o Bem Kids mesmo. Inclusive, já garanti mais um kit porque não quero ficar sem.”

“O Bem Kids é seguro? E se meu filho não gostar?”

Após a publicação desta matéria, dezenas de leitoras enviaram perguntas à redação. Entramos em contato com Michelle Bottrel para que ela respondesse as principais.

 

Sobre segurança:

 

“Pode ficar tranquila”, diz Michelle. “O Bem Kids é registrado na Anvisa como suplemento alimentar infantil. É livre de açúcar, glúten, corantes e conservantes artificiais. Meus filhos tomam todos os dias.”

 

O produto é indicado para crianças a partir de 4 anos.

 

Sobre resultados:

 

Segundo Michelle, o tempo varia de criança para criança — e depende da consistência.

 

“A maioria das mães começa a notar diferença entre 15 e 20 dias. Mas os resultados mais fortes — aqueles em que a professora elogia, em que as birras praticamente somem — costumam aparecer com cerca de 3 meses de uso contínuo.”

 

Sobre a garantia:

 

Esta foi, de longe, a pergunta mais frequente: “E se não funcionar com o meu filho?”

 

A resposta surpreendeu a redação.

 

A Âme Vie, empresa responsável pela distribuição do Bem Kids, oferece uma garantia incondicional de 30 dias. Se a mãe não perceber melhora no comportamento do filho, basta enviar um e-mail para iniciar o processo de reembolso e 100% do valor será devolvido.

 

“Eu faço questão dessa garantia”, explica Michelle. “Porque eu sei que funciona. E quero que toda mãe tenha a chance de comprovar isso sem risco nenhum.”

 

Condição especial para os nossos leitores desta matéria

Após a publicação desta reportagem, a Âme Vie decidiu oferecer uma condição exclusiva para que mais mães possam testar o Bem Kids: desconto promocional e frete grátis para todo o Brasil em todos os kits..

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