CRIAÇÃO DOS FILHOS

ADVERTORIAL

O Que Os Professores Fazem Para Os Seus Filhos Serem Os Melhores Alunos Da Sala?

Professora da rede pública revela: ‘não é mais estudo — é um nutriente que damos aos nossos filhos no café da manhã.

Por Beatriz Vianna — São Paulo

06/02/2026 16h15 • Atualizado há 3 horas

08 de Março de 2025 - atualizado há 20 horas

Essa cena se repetiu em milhões de lares brasileiros no ano passado — e esse ano vai acontecer novamente:

A mãe abre o boletim do filho, passa o olho nas notas e sente o estômago afundar de frustração.

“Só pode ser falta de dedicação. Porque esse menino é inteligente — mas é muito preguiçoso!” as mães pensam.

E aí que o celular é confiscado. O videogame é guardado. E as aulas de reforço começam.

Mas a pergunta é: mais estudo realmente resolve?

A resposta não é o que você imagina.

Ao contrário do que a maioria dos pais acredita, especialistas revelam que o problema quase nunca é falta de dedicação.

Vilma Cardoso, professora da rede pública de São Paulo há 14 anos, revelou o segredo dos alunos mais brilhantes da sua turma.

“Já lecionei para mais milhares de alunos em diferentes séries do ensino fundamental I ao II, e posso afirmar uma coisa: 

 

As crianças que mais se destacam não são as que passam mais tempo estudando.

 

São as que prestam mais atenção na aula.

Essa observação levou Vilma a mudar completamente a forma como ela criava o próprio filho. 

Enquanto as mães dos alunos tiravam celular, videogame e televisão dos filhos para empurrá-los nas aulas de reforço, Vilma fazia algo diferente toda manhã.

“Todo dia, sem falta, tem um nutriente que não pode faltar no café da manhã do meu filho. 

Um nutriente que impulsiona o foco, o raciocínio e a memória mais do que qualquer coisa que os pais possam imaginar.

 

E toda mãe tem esse nutriente escondido dentro da geladeira de casa – e não sabe.

Vilma confessa: entre os professores, o hábito já é comum, mas o assunto é tabu nas reuniões de pais e mestres.

 

Como a escola não assume a responsabilidade pela dieta dos alunos fora dali, Vilma resolveu quebrar o silêncio sobre sua rotina doméstica pela primeira vez. 

O resultado? 

Uma onda de mães implementando a mesma rotina para os seus filhos no café da manhã — não só para fazê-los “acompanhar a turma”, mas também para se destacar entre os colegas.

E só leva 30 segundos.

Que nutriente é esse? E onde ele está “escondido” na sua geladeira agora?

Esse nutriente não é uma vitamina comum que você encontra em qualquer farmácia. 

 

Não é ferro. Não é ômega 3. Não é nada que o pediatra do seu filho provavelmente já tenha recomendado. 

 

Na verdade, é um nutriente tão desconhecido que 90% dos pais nunca ouviram o nome dele. 

 

Mas a ciência já provou que ele é o principal responsável pelo desempenho cognitivo na infância.

 

O nome dele é colina.

 

O nutriente encarregado de fazer o seu filho prestar atenção na aula, lembrar o que estudou na hora da prova, e resolver um problema de matemática sem travar.

 

Sem colina suficiente, o cérebro da criança funciona como um carro em modo econômico — baixo desempenho, pouca potência e velocidade reduzida.

 

A criança até ouve a professora, até lê a matéria, até estuda — por muito tempo, inclusive — mas não absorve quase nada.

 

Inclusive, a colina parece ser a explicação mais plausível para o porquê de algumas crianças estarem acima da média em relação a outras — segundo cientistas da Universidade de Cornell, nos Estados Unidos.

 

Em 2021, após acompanharem crianças desde a barriga da mãe até os 7 anos de idade, divididas em dois grupos, e realizarem uma bateria de testes de aptidão cognitiva, a conclusão foi clara:

 

As crianças que receberam mais colina durante a infância mantiveram o foco do começo ao fim das tarefas.

 

Já as outras — que receberam menos — perdiam a concentração no meio do caminho.

 

Mesmo tendo a mesma idade, o mesmo ambiente e a mesma classe social.

 

Ou seja: não era talento. Não era educação. Não era mais tempo de estudo.

 

Era um único nutriente fazendo toda a diferença entre a criança que aprende de primeira — e a que precisa ouvir três vezes e ainda esquece.

 

A boa notícia? 

 

É fácil dar colina às crianças nos dias de hoje. 

 

Existe um alimento simples, barato, e que provavelmente está na sua geladeira agora que é a maior fonte natural de colina do mundo.

O ovo.

 

Mas antes de sair dando ovo pro seu filho no café, no almoço e na janta…

 

Saiba como os professores alimentam o cérebro de seus filhos com colina para torná-los os melhores alunos da sala – só leva 30 segundos.

Por que os professores não dão ovo aos filhos todos os dias?

Ao invés de ovos, os professores tiveram que encontrar uma nova forma de alimentar o cérebro dos seus filhos com colina todas as manhãs.

 

E por três motivos cruciais:

 

Primeiro: não é só um ovo. 

 

Um ovo só não tem colina suficiente para o que o cérebro da criança precisa por dia. 

 

Seriam dois ou mais ovos, toda manhã, sem pular um único dia. 

 

Segundo: crianças não aguentam comer mais de dois ovos toda manhã – sem erro. 

 

Ovo enjoa adulto — imagina uma criança de 4, 7, 8 anos que precisaria comer sem reclamar, durante meses. 

 

E no dia que ela não comer, o cérebro não recebe colina. E o progresso para.

 

Terceiro: tem a rotina da mãe. 

 

Preparar ovo todo dia antes da escola significa acordar mais cedo, sujar frigideira, limpar cozinha, convencer a criança a comer.

 

Tudo isso antes de sair correndo pro trabalho.

 

Na teoria é lindo. Na prática, os professores descobriram que não funciona.

 

Logo, eles tiveram que encontrar uma nova forma para os seus filhos aproveitarem de verdade o poder da colina.

 

Uma forma que fosse rápida.

 

Que fosse fácil.

 

E que os filhos pedissem para tomar dia após dia — por meses a fio.

 

Foi assim que eles descobriram o Max Kids.

Entre os suplementos testados, de longe, o Max Kids foi o preferido dos professores.

 

E por um motivo simples: é o único composto pela “Fórmula Anti-Distração”.

 

Uma combinação de 4 nutrientes que destravam o potencial cognitivo de qualquer criança.

 

Colina — impulsiona o foco, a memória e a velocidade de aprendizado.

 

Zinco — aumenta a capacidade de manter a atenção por mais tempo nas tarefas.

 

Vitamina E — protege os neurônios, mantendo o cérebro ágil e claro.

 

Vitamina A — acelera o raciocínio lógico e a resolução de problemas.

 

A Dra. Luiza Mendes, biomédica responsável pela formulação do Max Kids, disse em entrevista à nossa redação:

“Se a criança tem mais de 4 anos e apresenta sinais como distração, esquecimento, dificuldade de acompanhar a escola, falta de interesse nos estudos ou falta de autonomia…

 

Sim, o Max Kids pode ajudar.

 

Não importa se a criança tem diagnóstico de TDAH, TOD ou TEA. 

 

A cada 10 pais que aderem ao Max Kids, 8 relataram benefícios contínuos na função cognitiva dos seus filhos.”

O que começou como um segredo entre colegas na sala dos professores se espalhou após a divulgação da professora Vilma em suas redes sociais.

 

E hoje, mães de todo o Brasil seguem a mesma rotina — dando o Max Kids aos filhos no café da manhã, todos os dias.

Pais se Manifestam nas Redes:

Depois de acompanhar vários relatos no Instagram de outras mães, e até em grupos de WhatsApp da escola, Fernanda Ribeiro, mãe do Miguel de 6 anos, resolveu testar o Bem Kids

Fernanda optou pelo kit de 90 dias, porque queria dar uma chance real de mudança para o filho. Ela contou como foi a experiência:

 

Primeiros dias:

 

“O kit chegou em menos de uma semana. Já nos primeiros dias, eu percebi que o Miguel estava dormindo melhor e acordava com menos mau humor. Achei cedo demais para ser efeito, mas fiquei animada.”

 

Após 15 dias:

 

“Com duas semanas, comecei a notar que as explosões diminuíram. Antes, ele gritava e chorava se eu dizia ‘não’. Agora, mesmo contrariado, ele respirava fundo e aceitava mais rápido. Foi a primeira vez que vi uma diferença real.”

Após 30 dias:

 

“Um mês depois, até a professora me chamou para comentar. Disse que ele estava participando das atividades sem interromper os colegas e que parecia mais concentrado. Fiquei emocionada porque, pela primeira vez, recebi elogios em vez de reclamações da escola.”

 

Após 60 dias:

 

“Dois meses depois, As birras em casa praticamente sumiram, ele começou a brincar com o irmão sem brigar e até ajudava a guardar os brinquedos. Até meu marido comentou: ‘é outro Miguel!’”

 

Observação final:

 

“Hoje, com 90 dias de uso, eu sinto que o Bem Kids foi um verdadeiro divisor de águas aqui em casa. O Miguel está mais calmo, focado e até nossas noites em família mudaram. Já garanti mais um kit porque não quero ficar sem. Recomendo para todas as mamães da minha família.”